A Teoria de Tudo - o filme

Esta semana assistir o filme A Teoria de Tudo, baseado na biografia de Stephen Hawking, cientista que no último dia 8 de janeiro completou 73 anos de idade. O filme mostra como o jovem astrofísico, interpretado pelo ator Eddi Redmayne - indicado ao Oscar de 2015 - fez descobertas importantes sobre o tempo, além de retratar o seu romance com a aluna de Cambridge Jane Wide, interpretada pela atriz Felicity Jones - também indicada ao Oscar - e a descoberta de uma doença motora degenerativa, quando ele tinha apenas 21 anos.
O filme é repleto de cenas muito comoventes, como realmente foi a vida de Hawking, mas em uma das últimas cenas, quando ele já se comunicava através de uma voz sintetizada por um computador, durante uma palestra, ele responde a uma pergunta vinda da plateia. Achei tão genial a resposta que até fiz questão de transcrevê-la aqui. Vejam:

Pergunta: Prof. Hawking. O senhor declarou não acreditar em Deus. O senhor tem alguma filosofia de vida que o ajuda?

Resposta de Hawking: É claro que somos apenas primatas evoluídos, vivendo em um planeta pequeno que orbita uma estrela comum, localizada no subúrbio de uma de bilhões de galáxias, mas desde o começo da civilização as pessoas tentam entender a ordem fundamental do mundo.
Deve haver algo muito especial sobre os limites do universo, e o que pode ser mais especial do que não haver limites?
Não deve haver limites para o esforço humano.
Somos todos diferentes.
Por pior que a vida possa parecer, sempre há algo que podemos fazer em que podemos obter sucesso.
Enquanto houver vida, haverá esperança.

No final, a plateia o aplaude de pé pela resposta. Vou deixar para os leitores do blog a interpretação do que Hawking deve ter querido dizer. Eu já tenho a minha.

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